sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Frente Quente



Uma frente quente é uma zona de transição onde uma massa de ar quente e húmido está a substituir uma massa de ar fria. As frentes quentes deslocam-se do equador para os pólos. Como o ar quente é menos denso que o ar frio, a massa de ar quente sobe por cima da massa de ar mais frio e geralmente ocorre precipitação. Uma frente quente é representada simbolicamente por uma linha sólida com semicírculos que apontam para o ar frio e na direcção do movimento
Uma frente estacionária é uma fronteira entre ar quente e ar frio que resulta quando uma frente fria ou quente deixa de se mover. Quando ela se volta a mover, volta a ser fria ou quente. Uma frente estacionária é representada simbolicamente por uma linha sólida com triângulos que apontam para o ar quente e semicírculos que apontam para o ar frio. Normalmente há uma mudança de temperatura ou de direcção de vento que se nota de um lado para o outro. Ciclones migrando ao longo de uma frente estacionária podem despejar grandes quantidades de precipitação, resultando em inundações significativas ao longo da frente. Se ambas as massas de ar ao longo de uma frente estacionária são secas, pode existir céu limpo sem precipitação. Quando há ar húmido e quente que se eleva sobre o ar frio, nebulosidade com precipitações leves podem cobrir uma vasta área.
Uma frente oclusa é uma zona de transição onde uma frente fria, movendo-se mais depressa, ultrapassa (e obstrui) uma frente quente, fazendo elevar-se todo o ar quente. A chuva contínua característica das frentes quentes é seguida imediatamente pelos aguaceiros associados às frentes frias. É representada simbolicamente por uma linha sólida com triângulos e semicírculos alternados que apontam na direcção em que a frente se move.

Frente Fria




Frente fria é a borda dianteira de uma massa de ar frio, em movimento ou estacionária. Em geral a massa de ar frio apresenta-se na atmosfera como um domo de ar frio sobre a superfície. O ar frio, relativamente denso, introduz-se sob o ar mais quente e menos denso, provocando uma queda rápida de temperatura junto ao solo, seguindo-se tempestades e também trovoadas.

Atmosferica




Todos os seres estão sujeitos à pressão exercida pelo peso dos gases que compõem a atmosfera. Acima e à volta de nós, há biliões de moléculas e átomos que se deslocam a grande velocidade e colidem entre si, com a superfície do globo, com os seres vivos e com qualquer objecto no ar.A pressão atmosférica é a força que o ar exerce por unidade de superfície. A pressão atmosférica varia na vertical diminuindo à medida que se sobe na atmosfera porque a coluna de ar acima desse nível é menor, havendo, por isso, menos quantidade de moléculas e átomos a exercer peso e a comprimir. A pressão atmosférica também varia na horizontal mas em menor escala. A unidade de pressão atmosférica no Sistema Internacional de Unidades é o Pascal (Pa) e corresponde à pressão exercida pela força de 1 Newton, actuando perpendicularmente numa superfície plana de 1 m2. A unidade utilizada pelos meteorologistas é o hectoPascal (hPa; 1 hPa= 100Pa).A variação da pressão em altitude pode ser calculada através da expressão conhecida como equação hipsométrica que permite relacionar variações de pressão com desníveis altimétricos. Pode ser utilizada com uma boa aproximação desde que se decomponha a atmosfera em camadas nas quais a temperatura e humidade variem quase linearmente. No caso de se considerar uma camada de ar seco e onde a temperatura não varie com a altitude (uma camada isotérmica), a pressão ao nível z, em função da pressão ao nível z0 (z0 = 0 ao nível médio do mar) é dada pela seguinte expressão:

p=p0e-g(z-z0)/RasT-->Onde R é a constante dos gases ideais para o ar seco (287 Jkg-1K-1) e T a temperatura absoluta: T(K) = t(ºC) + 273. A pressão decresce exponencialmente com a altitude e decresce mais rapidamente numa camada de ar frio do que numa camada de ar quente. No caso mais realista de se considerar uma camada de ar húmido substitui-se na expressão anterior a temperatura do ar pela temperatura virtual.O valor da pressão atmosférica média à superfície do globo é de cerca de 101500 Pa ou 1015 hPa. Na figura 2 apresentam-se valores muito aproximados da pressão atmosférica a diversos níveis:
Figura 2 - Variação da pressão atmosférica com a altitude (valores aproximados da a diversos níveis da atmosfera).
Como está indicado na figura, a pressão atmosférica atinge os valores máximos ao nível médio do mar. O instrumento utilizado para medir a pressão atmosférica é conhecido por barómetro (ver estações clássicas). A palavra barómetro deriva de duas palavras gregas baros (peso) e metron (medida).

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Massas de ar, Portugal





O conhecimento das características dos diferentes tipos de massas de ar que atingem o território de Portugal Continental e da situação sinóptica a elas associada, é fundamental na análise das situações meteorológicas em tempo real e na previsão do estado do tempo no território. Com efeito, as condições meteorológicas num local específico são determinadas pela dinâmica das circulações atmosféricas e pelas características da massa de ar nesse local. Estas características resultam de propriedades adquiridas pela massa de ar na região de origem e que poderão posteriormente ser alteradas pela acção de diversos factores ao longo do seu trajecto, desde a origem até ao local de observação. Daqui resulta muitas vezes que, embora as situações sinópticas sejam aparentemente idênticas, nem sempre as condições meteorológicas correspondentes são iguais. Está-se então perante dinâmicas da atmosfera diversas mas também perante massas de ar com origens diferentes ou, tendo tido a mesma origem, com alterações distintas durante o seu trajecto até ao local onde se encontram. O estudo pormenorizado das massas de ar em Portugal Continental não é fácil tendo em conta que o território, situado na região sudoeste da Península Ibérica, sofre a influência de factores fisiográficos de dois grandes continentes, a Europa e a África, de um vasto oceano, o Atlântico Norte, e, em menor escala, de um grande mar interior, o Mediterrâneo; por outro lado, as grandes distâncias que o separam das regiões de origem da maioria das massas de ar que o invadem determinam nelas grandes alterações, com aquisição de propriedades que se podem considerar regionais.
Fig. 1.1 - Trajectórias dos principais tipos de massas de ar que influenciam as condições meteorológicas em Portugal Continental.
Acresce ainda que a rede de estações de radiossondagem na região em que se inclui o território de Portugal Continental não é suficientemente densa para permitir, em muitos casos, o estudo e acompanhamento pormenorizado das características das massas de ar e das suas alterações.Os principais tipos de massas de ar que influenciam as condições meteorológicas em Portugal Continental são as massas de ar polar e tropical, continental e marítimo, originados ou modificados pelos continentes europeu e africano e Oceano Atlântico, cujas trajectórias médias estão indicadas na Fig. 1.1.Atendendo à distância a que se encontram as regiões de origem das massas de ar árctico, e à natureza da superfície terrestre que elas têm de percorrer, é muito rara a ocorrência deste tipo de massas de ar em Portugal Continental.Com efeito, se uma massa de ar árctico atingir a França, como a sua espessura é pequena, da ordem dos 2000m, ela será bloqueada no seu avanço para sudoeste pelos Pirinéus, que actuam assim como barreira às vagas de ar frio.
Se esta massa de ar passar para a Península Ibérica através dos Pirinéus, do Golfo da Gasgonha e dos montes Cantábricos, com altitudes da ordem de 2500m, ou do Golfo de Leão, as suas características serão profundamente alteradas pela subida daqueles obstáculos, seguida de descida com aquecimento por subsidência, e pelo percurso marítimo com aquecimento pela base e absorção de humidade, tornando o ar mais quente e mais seco no caso do trajecto continental e um pouco mais quente e mais húmido no caso do trajecto marítimo. A massa de ar fica então com características semelhantes às do ar polar continental ou polar marítimo, respectivamente, embora às vezes pouco acentuadas, no segundo caso.As massas de ar nem sempre apresentam propriedades nitidamente distintas, sendo variáveis com a época do ano e com a situação sinóptica. As massas de ar polar apresentam por vezes diferenças tão grandes que a sua identificação se torna difícil, obrigando a considerar tipos de transição, com propriedades intermédias entre o ar polar e o ar tropical, quer continental quer marítimo, conforme a situação sinóptica. As massas de ar tropical, marítimo e continental, cujas regiões de origem estão mais próximas de Portugal Continental, são as menos modificadas e as mais fáceis de identificar quando directas; mas também apresentam, em certas situações sinópticas, propriedades que correspondem à transição de um tipo para outro.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Imagem Satélite em espectro visível, Fevereiro 3, 2009




Estas imagens vêm dos satélites que remanescem acima de um ponto fixo na terra (isto é. são “geostationary”). As imagens visíveis gravam a luz visível do sol refletido para trás ao satélite por altos da nuvem e por superfícies da terra e do mar. São equivalentes a uma fotografia preta e branca do espaço. Podem mais melhor mostrar a nuvem baixa do que as imagens infravermelhas (a nuvem baixa é mais reflexiva do que a superfície subjacente da terra ou do mar). Entretanto, os retratos visíveis podem somente ser feitos durante horas da luz do dia.
Os Coast-lines e as linhas da latitude e da longitude foram adicionados às imagens e foram alterados à projeção stereographic polar.
As imagens visíveis são atualizadas cada hora. Geralmente faz exame de aproximadamente 20 minutos para que estas imagens sejam processadas e seja updated no Web site. O tempo mostrado na imagem está no UTC.

Carta Sinóptica, Fevereiro 3, 2009





Pressão baixa, centrada no Wales com a parte dianteira morna associada que cruzam Inglaterra do norte no mar norte e uma parte dianteira fria do Wales com Anglia do leste e no continente. As calhas estão também na evidência ao norte e ao oeste do centro da pressão baixa.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009





Cartas meteorológicas são representações gráficas sobre áreas geográficas de um ou mais elementos e/ou grandezas meteorológicos e são um auxílio precioso para melhor compreender o comportamento da atmosfera num determinado instante e a sua evolução provável no futuro.

Como exemplo de cartas meteorológicas, e que são simultaneamente das mais comuns, salienta-se as cartas com a marcação de observações meteorológicas (quer à superfície, quer em altitude) e as que resultam de análises e previsões decorrentes da execução de modelos numéricos de previsão do tempo.

Também podem ser representadas em cartas meteorológicas observações em altitude, ou seja, em vários níveis da atmosfera. Contudo, estas observações existem com menor frequência temporal e menor densidade espacial, e são efectuadas essencialmente sobre terra, o que torna a análise destas cartas mais complexa.

Estado do tempo actual:


Imagem de satélite de aspecto previsivel do dia 27 de Janeiro de 2009 antes do meio dia.

Nos centros operacionais de previsão do estado do tempo, as imagens de satélite são fundamentais na área da previsão a muito curto prazo, pois permitem acompanhar a evolução de diversas situações meteorológicas, como, por exemplo:

- aproximação e passagem de sistemas frontais;
- desenvolvimento de células convectivas;
- nevoeiros, em particular junto a zonas costeiras e em vales, durante a madrugada e manhã;
- correntes de jacto localizadas na alta troposfera

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

A Terra , o Poder do Planeta, A Atmosfera




Este filme relata um geólogo chamado Iain Stewart, que nos quer mostrar como funciona o nosso Planeta, onde explora as quatro maiores forças que trabalham juntas para criar o nosso Mundo: Vulcões, Oceanos, Gelo e o que fala este filme principalmente a Atmosfera, a mais delicada das forças mas a que tem o maior poder sobre as nossas vidas.
Este filme foi produzido pela BBC.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Início do 2º Módulo

No pincipio de Janeiro, demos início ao 2º Módulo, onde serão tratados os seguintes temas:
- O clima de Portugal,


Vamos começar com a exploração detalhada do Instituto de Meteorologia, que tem como site: http://www.meteo.pt/pt/otempo/previsaonumerica/index.jsp

Boa sorte para 2009

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Serra de Montejunto-Aire-Candeeiro


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Serra de Montejunto é uma serra em Portugal. Situa-se no norte do distrito de Lisboa, entre os concelhos do Cadaval, a norte, e Alenquer, a sul. Esta é o miradouro natural mais alto da Estremadura, elevando-se a 666 m de altitude. Tem uma estrutura geológica, com 15 km de comprimento e 7 km de largura.
A Serra de Aire é uma elevação de Portugal Continental, com 679 metros de altitude. Abrange os concelhos de Ourém, Porto de Mós, Alcanena e de Torres Novas, marcando a fronteira entre o Ribatejo e o Oeste.
A Serra dos Candeeiros é uma elevação de Portugal Continental, com 631 metros de altitude. Situa-se nos concelhos de Rio Maior, Alcobaça e Porto de Mós, marcando a fronteira entre o Ribatejo e o Oeste.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Serra da Lousã-Estrela-Gardunha


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Serra da Lousã-Estrela-Gardunha
A Serra da Lousã é uma elevação de Portugal Continental, com 1205 m de altitude no ponto mais elevado (Trevim). Situa-se na transição do distrito de Coimbra para o de Leiria. Integra o sistema montanhoso luso-espanhol da Meseta.
A Serra da Estrela é a maior elevação de Portugal Continental, e a segunda maior em território da República Portuguesa (apenas o Pico, nos Açores, a supera). Tem 1993 metros de altitude e está situada entre os municípios de Seia e da Covilhã.
A Serra da Gardunha é uma elevação de Portugal Continental, com 20 Km de comprimento, 10 Km de largura e 1227 metros de altitude. Situa-se na Beira Baixa. Concelho de Fundão, Distrito de Castelo Branco.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Serra do Perdigão


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Serra Penha Garcia


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Penha Garcia está situada na encosta sul da serra do mesmo nome , na margem direita do rio ponsul, a cerca de 30 km da sede do concelho.
Não há dúvida de que aqui a Natureza caprichou. Em ambiente de grande exotismo, pôs a descoberta interessantes estruturas geomorfológicas e exemplares raros de fósseis :as bilobites.
A riqueza geologica (desde as formações quartzíticas as bilobites)
A botânica (a mata de Penha Garcia - Vale Feitoso), a zoológica (gineta, veado, bufo-real, cegonha, etc.), a paisagistica e os « habitats » que encerra, motivaram a classificação da área como biótipo -biótipo da serra de Penha Garcia- . Admiravel é também o deslumbrante vale encaixado do Ponsul, com o seu famoso conjunto de antigos moinhos. Das fragas maís elevadas pode-se desfrutar outro inesquecivel panorama - com a barragem, o vale e as azenhas aos pés e, alcançando para Norte até à serra da
Malcata, para Este até à serra da Gata, em Espanha, para sul, a planura interrompida pela Oeste até à serra da Estrela.

Serra de S.Mamede


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A Serra de São Mamede é uma elevação de Portugal Continental, com 1025 metros de altitude. Situa-se no Alto Alentejo, distrito de Portalegre. Aí se situa o Parque Natural da Serra de São Mamede, onde se podem ver abutres e águias. Os veados, os javalis e as ginetas vivem por entre os castanheiros e sobreiros, enquanto os rios atraem as lontras. A reserva abriga também uma das maiores colónias de morcegos da Europa.
Em termos geomorfológicos a serra de São Mamede ergue-se numa crista quartezítica, que emerge na plataforma de Portalegre; esta plataforma formou-se a partir da erosão que ocorre na Serra de São Mamede.
Os megálitos sugerem que a serra foi habitada nos tempos pré-históricos e há gravuras rupestres nas serras de Cavaleiros e Louções.
A sua rica fauna e flora encontram-se entre os elementos que potenciaram a criação do parque com o mesmo nome
Fonte:wikipédia

Serra do Monchique


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A Serra de Monchique é uma serra do oeste do Algarve, cujo ponto mais elevado - Fóia, com 902 m de altitude - é o mais alto do Algarve e um dois pontos mais proeminentes de Portugal (739 m)
Devido ao facto de estar próxima do mar possui um clima sub-tropical húmido, com precipitações médias anuais entres os 1000 e os 2000 mm, que associadas a temperaturas amenas permite a existência de uma vegetação rica e variada, onde se inclui o raríssimo carvalho-de-monchique e a bela adelfeira, bem como espécies raras no sul, tais como o castanheiro, o carvalho-cerquinho ou o carvalho-roble.
Nesta serra existe um importante complexo termal, Caldas de Monchique, rodeado por um parque de vegetação luxuriante onde existe a maior magnólia da Europa. É ainda de salientar a fertilidade dos seus solos, devido não só à humidade, mas também ao facto da sua rocha, a foíte, ser de origem magmática.
Vários ribeiros e ribeiras têm origem na Serra de Monchique, entre as quais a Ribeira de Seixe, a Ribeira de Aljezur (ou da Cerca), a Ribeira de Odiáxere, a Ribeira de Monchique e a Ribeira de Boina.

Fonte:wikipédia

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Serra da Estrela


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A maior elevação de Portugal Continental, e a segunda maior em território da República Portuguesa (apenas o Pico, nos Açores, a supera). Tem 1993 metros de altitude e está situada entre os municípios de Seia e da Covilhã.

A real altitude da serra da Estrela, no seu cume, a Torre, é de 1993 m, conforme rectificações introduzidas por medições realizadas pelo Instituto Geográfico do Exército, já surgidas em folha à escala 1:25.000 que editou em 1993 (carta nº. 223). Assim, a altitude correntemente aceite de 1991 m, ainda muito divulgada, deve ser abandonada. Para completar os 2000 m foi construída uma torre de 7 m.

Fonte: http://www.gforum.tv/board/1427/182584/lista-de-serras-de-portugal-por-altitude.html

Serra do Caramulo


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A Serra do Caramulo é uma zona de montanha de origem granitica e xistosa. As urses e a carqueja predominam a sua flora. A serra é povoada por aldeias com casas e espigueiros em granito típicos desta região. Tendo sido esta zona povoada por romanos, ainda se podem encontrar alguns vestígios dessa época, como os trilhos de pedra.

Pode-se apreciar os campos verdes e a beleza das árvores junto à água cristalina dos ribeiros que a atravessa por todos os lados e desfrutar da deslumbrante paisagem enquanto respira um ar realmente puro e saudável. Pode-se subir ao Caramulinho, o ponto mais alto da Serra com 1076.57 metros, onde se avista o mar e a Serra da Estrela em dias sem nebulosidade.



Fonte: (http://www.gforum.tv/board/1427/182584/lista-de-serras-de-portugal-por-altitude/index3.html)

Serra do Caldeirao



Serra situada entre o Alentejo e o Algarve, com a altitude máxima de 575 metros e orientação de nor-nordeste/su-sudoeste. É uma serra xistosa e cortada por um grande número de vales. O miradouro do Caldeirão oferece uma ampla vista sobre a serra e a planície algarvia.
Fonte: Serra do Caldeirão. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2008. [Consult. 2008-10-28].
Disponível na www: .

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Serra do Buçaco


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A Serra do Buçaco (antigamente verificava-se também a grafia Bussaco; em tempos foi também chamada serra de Alcoba) é uma elevação de Portugal Continental, com 549 metros de altitude. Abrange os concelhos da Mealhada e Penacova. A mata que existe ainda hoje na Serra do Buçaco foi mandada plantar pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quarto do século XVII; os Carmelitas construíram também aí o Convento de Santa Cruz do Buçaco, destinado a albergar essa ordem monástica, e que existiu entre 1628 e 1834, data da extinção das ordens religiosas em Portugal. Presentemente, no seu lugar existe o Hotel Palace Buçaco.

A Mata da Serra do Buçaco, considerada área protegida, possui espécies vegetais do mundo inteiro, algumas gigantescas, além do mundialmente célebre cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica).

Foi nesta serra que se travou a batalha do Buçaco em 1810, entre as forças anglo-lusas comandadas pelo Duque de Wellington, de um lado, e as francesas comandadas por André Massena, de outro.

Fonte:wikipédia

Serra da Arrabida


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Relevo da Serra da Arrabida

A Serra da Arrábida é uma elevação de Portugal Continental, com 500 metros de altitude situada na Península de Setúbal.

Aí se localiza o Convento de Nossa Senhora da Arrábida.

O seu clima é temperado mediterrânico, apresentando portanto, uma flora rica em espécies mediterrânicas, tais como a azinheira, sobreiro, carvalho.

A sua fauna é bastante diversificada, apesar de ter sofrido grandes alterações desde o século XIX.

Até ao início do século XX era ainda possível observar lobos, javalis e veados.

Da fauna actual fazem parte, entre outros, o gato-bravo (Felis silvestris), a raposa (Vulpes vulpes), a lebre (Lepus capensis), o morcego, a águia de bonelli (Hieraetus fasciatus) o bufo real (Bubo bubo), a perdiz (Alectoriz rufus) e o andorinhão real (Apus melba).

Faz parte do Parque Natural da Arrábida, o qual tem uma área aproximada de 10 800 hectares.
Fonte:wikipédia

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Serra do Alvão, Trás-os-Montes


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A Serra do Alvão é uma elevação de Portugal Continental, com 1283 metros de altitude. Situa-se a Noroeste de Vila Real, sendo nela predominantes os xistos e os granitos, separados por afloramentos de quartzitos. Aí se localiza o Parque Natural do Alvão.

A principal curiosidade geológica é a Queda de água conhecida como as "Fisgas de Ermelo".

Fonte:wikipédia (http://www.gforum.tv/board/1427/182584/lista-de-serras-de-portugal-por-altitude/index2.html)

Regioes naturais


Regiões Naturais são áreas críticas para a sobrevivência do planeta, pois prestam inúmeros serviços ambientais, como a proteção dos recursos hídricos e do solo e a contribuição ao equilíbrio dos regimes climáticos.

Altimetria



Técnica para medir distâncias e ângulos verticais,
que na planta não podem ser representados. Para
representação é utilizada a vista lateral, (perfil),
corte e elevação

Batimetria


A batimetria é a medição da profundidade dos oceanos, lagos e rios e é expressa cartograficamente por curvas batimétricas que unem pontos da mesma profundidade com equidistâncias verticais, à semelhança das curvas de nível topográfico.

Hipsometria


A hipsometria consiste na determinação da altitude de pontos situados sobre um plano de referência que se baseia em medições directas e relacionadas com um ponto de altitude.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Presentation

Olá o meu nome é Sarah Signer, tenho 16 anos e frequento a escola Secundária Severim de Faria, no curso de Turismo.

Não sou portuguesa, nasci na Suiça mas toda a minha vida vivi e cresci em Portugal o que faz de mim portuguesa =).

Este Blog foi-me proposto pelo Prof. de Geografia no qual vou escrever tudo referente ás aulas e não só...Sou uma pessoa dedicada, ajudo quem merece e muitas vezes quem não merece, mas hey eu sou assim...

Gosto de passear a ouvir musica e viajar nos meus pensamentos e desafiar a minha imaginação a levar-me para além da realidade.Gosto de sair, como todos os adolescentes, e adoro dançar...Arte é uma coisa que sempre me interessou mas não tenho muito jeito para pintar, a minha arte e dedicada á dança, música...Por alguma razao faço parte duma tuna, que já vive á 107 anos...

Toquei numa banda 5 anos, tocava percurssão , e neste momento toco jambé e caixa, ou seja, ritmo é comigo...

Sou uma pessoa que facilmente se apaixona mas mantenho sempre os meus objectivos e n me deixo cair na tentação..

." Se não podes ser o que és, sê com sinceridade o que podes "( Ibsen)

"Pouco se aprende com a vitória, mas muito com a derrota.

"(Provérbio Japonês)"Só percebemos o valor da água depois que a fonte seca"

(Proverbio Popular)